Pois eis os promenores na sua simples essência: A Frelimo solicitou o espaço do campo da Mafalala para a realização de uma actividade de campanha eleitoral junto do Conselho Municipal, solicitação aceite. alguns dias depois o MDM fez o mesmo, tendo sido recusado em virtude de a Frelimo já o ter feito, mas mesmo assim, os membros daquele partido, na sua táctica de auto-vitimização, lá se deslocaram ao campo de Mafalala a fim de serem corridos e logo de seguida reclamarem exlusão e serem vitimas de perseguição. E assim vai a campanha eleitoral.
domingo, 20 de setembro de 2009
Notas de Campanha - Replica ao Sociologo Carlos Serra (16) 20/09/09
Pois eis os promenores na sua simples essência: A Frelimo solicitou o espaço do campo da Mafalala para a realização de uma actividade de campanha eleitoral junto do Conselho Municipal, solicitação aceite. alguns dias depois o MDM fez o mesmo, tendo sido recusado em virtude de a Frelimo já o ter feito, mas mesmo assim, os membros daquele partido, na sua táctica de auto-vitimização, lá se deslocaram ao campo de Mafalala a fim de serem corridos e logo de seguida reclamarem exlusão e serem vitimas de perseguição. E assim vai a campanha eleitoral.
sábado, 19 de setembro de 2009
MANOBRAS SUBVERSIVAS EM PERÍODO ELEITORAL
Senhores parceiros de cooperação, parem com esta vergonhosa ingerência em assuntos soberanamente resolviveis por moçambicanos
Dirijo este meu apelo ao bom senso dos pares daquele senhor arrogante Tod Chappman (Deus queira que com a nomeação da embaixadora se vá embora desta pátria) que eivados pelas intenções obscuras que tem procura a todo o custo colocar-nos areia nos olhos. Sim, isso mesmo, areia nos olhos do povo pois senão vejamos:
ACTO 1 – UM MOÇAMBIQUE PARA TODOS OU UMA MENTIRA GROSSEIRA?
Daviz Simango é expulso da Renamo depois de problemas internos com a liderança daquela formação política que está em queda constante no que a sua imagem diz respeito. Daviz sai numa velocidade meteórica, rotula a sua imagem como a de um líder que sem a “perdiz” pode conseguir pontos na Beira, rotula-se de vitima de perseguição, zarpa e em tempo recorde surge como candidato a Presidente do Conselho Municipal da Cidade da Beira, cargo que os beirenses o atribuem para um mandato de 05 anos.
Mal tenha tido a oportunidade de passar por uma segunda acção governativa na Cidade da Beira, eis que o mesmo Daviz, após testar a sua popularidade naquela Cidade central coloca um palhaço chamado Geraldo de Carvalho a correr com tudo e todos e a fazer do munícipio o seu feudo.
Lutas intensas na Beira, troca de mimos, troca de cartões, saida de membros daqui para ali e vice versa, lá vai se vendo um trovoar de palavras.
Hoje diz que Moçambique é para todos. Pura mentira: Mal chegou ao cargo de Presidente, Mbararano, Ferraria, todos renamistas e frelimistas foram corridos por Daviz numa acção protagonizada com recurso a força da sua caneta. E a corrida levou aos moçambicanos para todos os lados do desemprego. Nessas despedidas, deixa alguns familiares, parentes e amigos continuarem naquele município. Ao nível dos bairros procura desacreditar todas forças que o foram contrárias no periodo da campanha e até consegue algumas. Na sua tenaz acção usa o tribalismo como arma de arremesso (Moçambique continua para todos?) para expulsar quem lhe apareça pela frente. Ao nível da Assembleia Municipal vê o seu orçamento reduzido a pó e procura “pegar as paredes” que lhe vão caindo.
ACTO 2 – ANTI- PATRIOTISMO PRESIDENTE ABANDONA BEIRA E VAI AO ENCONTRO DE FAMILIAS REACCIONARIAS PORTUGUESAS QUE SENTEM SAUDADES DO COLONIALISMO
Figuras de proa do conclâve de Dhlakama começam a abandonar o ninho da perdiz e põem Mazanga, Muchanga, Mbararano e o próprio Dhlakhama em parafusos. O problema é que “o pai da democracia” que em tempos de guerra auferia do Apartheid e de Smith começa a ver os doadores a bazarem e apoiarem o puto Daviz. Sim, os doadores a apoiarem. Nós os moçambicanos sabemos e não somos de todo burros. Deixem-se deste tipo de palhaçadas, pois nunca nenhum moçambicano o faria nas vossas terras!
Daviz corre atrás daqueles que com 20 quilos, deixaram o país em 24 horas. Procura pela família mais condoida pelo facto de ter deixado a terra que fora antes um feúdo de Salazar para os “terroristas” da FRELIMO. Esses que hoje estão a fazer maravilhas para o país.
Sem consultar o povo da Beira, sem falar com os moçambicanos e contando com o apoio dos doadores, tem as portas da UE a abrirem-se.
Afinal, quem começa a colocar Daviz no contacto com a nata da política europeia e com que objectivos. Afinal começa a ver-se aqui que há europeus e americanos interessados, já que com Dhlhakama e Raúl Domingos tudo foi por água abaixo.
De lá o Presidente que abandonou os beirenses começa a reunir dinheiros ao ponto de hoje ter tanto que até rejeita o valorzinho que a CNE dá aos concorrentes e aos partidos que concorrem para o pleito de Outubro.
ACTO 3 - SENHORES PARCEIROS DE COOPERAÇÃO, NÃO ESTAIS PRESENTES A UM POVO BURRO
Em velocidade meteórica, o Presidente que abandonou os beirenses surge a colocar pseudo delegados nas provincias. Se na Renamo não houveram eleições internas livres, transparentes e democráticas, no MDM as mesmas aconteceram via telefone.
O amigo leitor deve estar a questionar como é possivel eleições serem feitas ao telefone? Foram sim. Perguntem ao Azagaia que apenas com um telefone e umas musiquinhas na caravana viu-se cabeça de lista. E hoje por hoje, Todd Chappman chama por uma inclusão. Nenhum dos individuos no MDM passou por qualquer eleição. Se sim, desafio que mostrem actas com datas, locais, hora, agenda, vencidos, vencedores, etc. Tudo tal como se faz num verdadeiro processo democrático. E disto eu tenho a certeza, porque o Lutero Simango assim confessou em conversa com alguns dirigentes da CNE que rejeitaram o pedido deste de colocar algumas listas de candidatos fora do prazo que o próprio Lútero esqueceu na bagageira da sua viatura durante mais de 03 dias para além do prazo final de apresentação da candidatura. Lutero, jura que não foi assim! Jura pelos teus! Se o fizeres, serás castigado porque estarás a mentir.
ACTO 4 – O PROCESSO DE CANDIDATURA PRENHE DE FALCATRUAS
Um processo emaranhado em confusão porque mal parido. Se nem o PIMO que está nisto há bué anos, nem o PDD como é que em seis meses o MDM teria candidatos a Deputados da Assembleia da República e candidatos a Membros das Assembleias Provinciais e por conseguinte os seus suplentes?
A equipa do MDM comete erros grosseiros. Coloca nas pastas apenas BI’s e não lá coloca atestados de residência, certificado de registo criminal entre outros documentos. Porque as eleições foram ao telefone, nem sempre é possivel voltar a encontrar os mesmos eleitos ao telefone, os pseudo-delegados do movimento fazem demarches, transpiram, gastam a sola dos sapatos. Entretanto não conseguem encontrar os mesmos “eleitos ao telefone” pois, por uns já não era conveniente. Por outros a mudança de moradia era um factor. E o Chappman não vê nada disto. Apenas quer inclusão. Estejam eles fora ou dentro da Lei. E nas terras do Tio Sam ó Chappman as coisas funcionam inclusivamente assim? Atropelando a lei, pontapeando os mais elementares pressupostos de um estado de DIREITO-democrático? E sublinha o direito porque o Chappman esquece-se desta palavra. Nela, fez um trocadilho da seguinte maneira Estado inclusivo-democrático. Ora valha-me Deus! Senhores parceiros de cooperação, assim não é agir conforme foram orientados. Imaginem se isto se passasse nos vossos países?
E alguns moçambicanos incautos deixam-se levar pela lavra destes irmãos. Procuram o Governo para informarem de um alegado descontentamento. Mas que descontentamento? Por não estar incluso o Partido que deixou para trás a Renamo e o PDD? E nós moçambicanos nem nos apercebemos que eles fazem nos estes jogos. Hoje apoiam o Dhlakhas. Não dá! Logo apoiam o Raúl, dão umas bicicletas e uma camisetes aqui, não da e logo passam para outro. Assim vão usando os moçambicanos como se de umas verdadeiras calcinhas se tratassem. Afinal onde mora o nosso orgulho como moçambicanos? Onde mora a nossa verticalidade? Porque tratarem-nos assim? Querem zimbabwenear esta pátria de herois?
Por favor, aos parceiros de cooperação digo em nome dos que não tem esta oportunidade. É feio! É feio!
Esse mesmo Chappman que reclama inclusão, esquece-se da pior exclusão que assistimos de quatro em quetro anos na terra amiga de Bin Laden. De tão inclusivos que são, apenas dois candidatos de apenas dois partidos são largamente inclusivos para correrem a casa branca.
E já por cá, inicialmente concorriam 09 candidatos a Presidência, Daviz não foi varrido dos 06 que não mereciam receber uma quinhenta do orçamento do Estado pago por todos nós. Imaginem um Viana que afundou a Link roubando. Um Neves Serrano que mesmo estando na CNE só lhe ocorria um copo de cerveja no Goa e uma donzela. Como o Presidente ausente da Beira não caiu, ai não há problema nenhum. Mesmo que o Dhlakhama caisse, seguramente os doadores não estariam interessados pois este já nada vale. Nem sequer conseguir sair de Maputo com um número significativo de camisetes imaginem só por ter levado uma cabeçada do Mazanga, esse que apanhou recentemente um ataque cardiáco por andar ai de baboseiras em baboseiras com os seus sequazes que o querem distante da Cidade de Maputo.
Agora, se o Daviz tivesse caido, ai seria um Terramoto ou Piromania como o abençoado por alguns dolares do Savana apelidou a acção de Leopoldo da Costa, Presidente da CNE que agiu na estrita legalidade da Lei.
Imaginem só, de acordo com a carta do MDM enviada a CNE pelo seu mandatário, eles solicitam o uso de computadores da CNE e outros meios para arrumar processos de pessoas que foram eleitas ao telefone. Aparece o MDM já não com os mesmos candidatos, nem sequer com os suplentes, mas com outros candidatos que de acordo com a Lei estariam vedados de concorrer, pois não havia força maior qualquer, tal como a Lei impõe para o caso de retirada de algum candidato.
Somos pobres, mas não somos burros e não nos empurrem para uma situação caótica do Zimbabwe para passarmos a um GUN!
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Armando Guebuza aos internautas Moçambicanos
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terça-feira, 15 de setembro de 2009
ANTONIO MUCHANGA & LÚCIA FATE NO MESMO SACO (?)
por: Jalaludino Ossufo
“a intolerância é em si uma forma de violência e um obstáculo ao desenvolvimento do verdadeiro espírito democrático”.
Estas palavras são do Mahatma Ghandi, e são para aqui chamadas a propósito das declarações incendiárias primeiro da senhora Lúcia Fate (promitente segunda primeira dama, porque esposa do cidadão Jalaludino Ossufo) segundo as quais não mais haveria de tolerar as provocações de supostos simpatizantes da FRELIMO e do Deputado Muchanga que dizia que passaria e passará por cima de qualquer cidadão (usando os carros e combustíveis pago por este mesmo cidadão) e que perseguiria a este até a sua casa e ai, a justiça(?), será feita segundo seus próprios critérios e ajuizamento.
São estas, declarações de pura intoleráncia, declarações que demonstram que os membros do partido a que pertencem estes senhores, não respeitam as regras do jogo democrático. São declarações que demonstram que a vingança privada, é ponto de ordem naquela formação política. Declarações de pura ausência de espírito de tolerância, logo, um obstáculo ao desenvolvimento do verdadeiro espírito democrático, e mais estranho, quando estas palavras provém de membros de um partido que se autointitula pai(?) da democracia?
Este partido, desdobra-se em ameaças constantes aos cidadãos de círculos eleitorais onde não conseguem afinar a sua estratégia de penetração. Quando se deviam perguntar, o que falha em Gaza, Maputo, Cabo Delgado e mais outros espaços onde a sua voz não se ouve, desdobram-se em ameaças de fazerem justiça pelas suas próprias mãos. É caso para questionar: e no dia que estes alcançarem o poder, não virá ao de cima o espírito de vingança, subjugação e ostracismo, a estes ciadadãos que apenas exercem o seu direito de dizer não ao que não os convence?
Estes, são sinais, são lições, dos quais devemos aprender, dos quais devemos afirmar e de viva voz que não pactuamos com elas, e, temos o voto, como, a poderosíssima e única arma de arremesso para deitar abaixo esta gente e seu pensamento que não consegue ter uma visão de nação em momento algum.
A FRELIMO, quando se apercebeu que Sofala, era o sítio, onde não conseguia uma melhor penetração, fez um exercício de intronspeção e soube se elevar, e olhar para seus próprios erros e aprendeu com os mesmos e o resultado: foi o que ditaram as últimas autárquicas.
Moçambicanos, não deixemos que estes homens estraguem o momento de festa que é este período de campanha e o meu único e exclusivo apelo, é pedir para que votem com consciência, pois, com este exercício, vão poder olhar para quem tem a visão de nação, dos problemas reais deste povo, dos anseios, de quem realmente sabe multiplicar o positivo e minimizar o negativo e este guia é a FRELIMO e seu candidato Armando Emílio Gebuza, e acreditem, estes (FRELIMO e seu Candidato), são os únicos que já fizeram, os únicos que fazem e os que sempre farão.
Avante FRELIMO para a vitória, avante camaradas, avante maravilhoso povo moçambicano de quem se conhece e analtece a concórdia e não a discórdia.
CAI MASCARA DE DAVIZ SIMANGO
Beira (O Autarca) – Já nos diziam os mais velhos que a ambição quando é desmedida transforma o homem num selvagem. Não foi o que propriamente aconteceu com Daviz Simango, mas o facto de o Presidente da Comissão Nacional de Eleições, o respeitado académico Leopoldo da Costa, um homem de carácter puro humilde, inteligente, refere publicamente que não esperava de uma personalidade do calibre de Daviz Simango a postura que deixou ficar, no mínimo isso remete-nos a uma reflexão sobre quem de facto o Presidente do MDM é. Na nossa modesta opinião, seria intolerante, de facto, a postura de Daviz Simango, sem com isso pretender-se menosprezar a sua preocupação, se não mesmo, inquietação. É que independentemente da razão ou não, para uma pessoa com tanta ambição como a de ser Presidente da República, no mínimo exige-se civismo sobretudo em fóruns públicos como aconteceu o encontro com o Presidente da Comissão Nacional de Eleições. Acrescentando, deve ter equilíbrio emocional. Agora, essa de solicitar encontro com a figura máxima da CNE e chegar lá não ter a calma e paciência necessária, limitando-se a descarregar a sua raiva sem tempo para ouvir a outra parte, abandonar a sala de audiência sem cortesia, no mínimo isso revela falta de educação.
Daviz Simango já foi tratado varias vezes pela imprensa pela violação sistemática das normas de Estado, desobediência, arrogância e usurpação de poderes até superiores. Esperava-se a descontinuidade desse comportamento, mas não é o que esta a acontecer.
Cada vez mais grosseiro. Isso envergonha-nos como beirenses, porquanto ele e o maior da autarquia. Ao desenhar o seu projecto politico, já devia ter a noção de que nem tudo lhe seria pêra-doce, como aconteceu quando foi expulso da Renamo por desobediência e venceu as eleições na Beira._(FC)
Fonte: jornal autarca, 10 de Setembro de 2009
sábado, 12 de setembro de 2009
Os equívocos de certa oposição e da comunidade internacional
Logo após a divulgação das listas de candidatura aprovadas pela Comissão Nacional de Eleições instalou-se uma crise sem precedentes na história da democracia em Moçambique. Os partidos excluídos total ou parcialmente da corrida eleitoral alegam que foram injustiçados pela CNE. Esta, por sua vez, defende-se dizendo que a sua decisão foi tomada com base no estabelecido na lei. É justamente aqui onde reside o “pomo da discórdia” que pretendemos aqui analisar e deixar a nossa opinião.
Peguemos, por exemplo, o fundamento apresentado pelos partidos considerados injustiçados que é o da alegada falta de previsão legal sobre a possibilidade de rejeição de listas. Entendem estes que a lei somente prevê a exclusão de candidaturas e não de listas inteiras. Tal argumento é questionável justamente porque o artigo 176 da lei n.º 7/2007, de 26 de Fevereiro é suficientemente claro quanto à questão da rejeição de listas ao estabelecer que findo o prazo referido nos artigos 174 e 175 da presente lei, se não houver alteração das listas, o Presidente da CNE manda afixar à porta da Comissão Nacional de Eleições as listas admitidas ou rejeitadas.
Ora, contra factos não há argumentos. Para além da rejeição de candidaturas, a lei prevê a rejeição de listas. Por isso, facilmente se depreende que há uma grave falta de domínio da legislação eleitoral por parte dos partidos que alegam a impossibilidade de rejeição de listas. Ainda sobre esta questão, importa referir que o fundamento para a exclusão de listas está plasmado no artigo 175 da lei que temos vindo a citar. Se se atentar ao estabelecido no artigo 174, concretamente no seu número 1, poderemos facilmente constatar que faz referência a mandatário da candidatura.
Por este andar, qualquer aventureiro fundava com os seus amigotes um Partido sem viabilidade e sem sustentabilidade, organizava umas listazinhas, concorria sem convicção e sem qualquer interesse de ganhar as eleições e embolsava o dinheiro dos contribuintes.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
LUISA DIOGO AFINA MAQUINA ELEITORAL DA FRELIMO NA ZAMBÉZIA
A CHEFE da Brigada do CC para Assistência à Zambézia, Luísa Diogo, disse à imprensa momentos após o seu desembarque que a Frelimo já está a ultimar as afinações da máquina eleitoral e neste momento várias brigadas do Comité Provincial já foram despachadas para os distritos para o início da campanha eleitoral no próximo domingo.
Maputo, Sexta-Feira, 11 de Setembro de 2009:: Notícias
A província da Zambézia tem sido palco de violentas confrontações e acusações de escaramuças envolvendo os dois maiores partidos do xadrez político moçambicano, nomeadamente a Frelimo e a Renamo. Os confrontos mais recentes tiveram lugar no início deste mês em Milange em que os apoiantes dos dois partidos envolveram-se em agressões mútuas que se saldaram no ferimento de quatro pessoas, danificação dos vidros da sede do Comité Distrital da Frelimo, destruição de uma motorizada de um cidadão, entre outros danos.
Há dias o primeiro-secretário da Frelimo, David Manhacha, escapou de um atentado alegadamente preparado por elementos da Renamo. Quatro homens foram surpreendidos pela multidão em Sabelua, quarenta quilómetros da vila de Milange, quando Manhacha orientava um comício popular no contexto da preparação das eleições gerais e para as assembleias provinciais.A Renamo refuta as alegações da Frelimo e diz mesmo que o partido no poder está a tentar manipular a opinião pública.


